Seus filhos ajudam em casa?




Aqui eles ajudam um pouquinho, de acordo com a idade. É importante que as crianças tenham tarefas domésticas, pois assim desenvolvem-se melhor, adquirem mais autonomia e crescem mais responsáveis. Tudo feito respeitando o ritmo de cada um, claro.

Veja abaixo uma lista das idades e das respectivas tarefas que as crianças podem desempenhar em casa, extraída de Revista Crescer:



2 anos
Uma das melhores maneiras de introduzir a criança nas tarefas de casa é por meio daquilo que está mais perto dela no momento, ou seja, os brinquedos. Sente-se ao lado de seu filho e arrume-os por tipo, tamanho ou cor, fazendo com que a própria atividade se torne uma brincadeira. Aos poucos, ele vai entender o conceito de organização.

3 e 4 anos
Nessa faixa etária, você já pode incentivar o seu filho a arrumar a mochila da escola e levar o prato de comida até a pia. Você também pode pedir para que ele ajude-o a organizar alguns objetos da casa – levando-os ao lugar certo e colocando dentro de um armário (sempre com sua supervisão nesse momento, claro!). Pode ser o par de sapatos ou roupas, por exemplo. 

De 5 a 7 anos
Aqui a criança já começa a entender melhor as noções de responsabilidade e cuidado. Então, você pode orientá-la a esvaziar o lixo do banheiro, por exemplo, sem que ela espalhe tudo no chão ou queira pegar algo de dentro do cesto. Seu filho pode ainda tentar arrumar a cama e dobrar algumas roupas. Outra tarefa que você pode delegar – e que ele vai adorar – é a de regar as plantas.

Acima de 8 anos
Nesta idade, seu filho já tem mais habilidades motoras e é capaz de desempenhar algumas funções maiores sem cometer acidentes (como derrubar e quebrar objetos). Ele consegue ajudar a arrumar a mesa para as refeições, a carregar as compras do supermercado e a limpar o quarto. Da mesma forma com que acontece com a planta, a criança pode ajudar a cuidar de um animal de estimação. Com mais alguns anos, pode até ajudar a cuidar de um irmão mais novo.


Fontes: Luiz Guilherme Araújo Florence, pediatra; Léa Albertoni, diretora da Escola Paulistinha, mantida pela Unifesp (SP), e Tânia Shimoda Sakano, pediatra.

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